Descubra a melhor maneira de vender produtos e serviços em uma área tão sensível.

Criar conteúdos para um profissionais da área de saúde é sempre um desafio, mas quando se trata de saúde mental, a tarefa se torna ainda mais desafiadora.
Aqui, nosso objetivo é falar com pessoas que, na maioria das vezes, estão passando por momentos de dor. Assim, o marketing do profissional precisa ter como foco um indivíduo que não tem apenas desejo de compra, mas também desejo de sair de uma situação de sofrimento.
Por se tratar de uma área sensível, a maneira como nos comunicamos e vendemos serviços pode impactar profundamente aqueles que buscam ajuda. Assim, como profissionais do marketing, é nosso dever garantir que nossas práticas sejam, além de eficazes, empáticas e sensíveis às vulnerabilidades dos clientes em potencial.
Pensando nisso, neste artigo vou mostrar como tento alinhar ética e estratégia no marketing para saúde mental e comportamental. Vem comigo?
Tenha empatia e sensibilidade como norte
Quando se fala em marketing para profissionais que lidam diretamente com saúde mental e comportamental, como psiquiatras, psicólogos e terapeutas, empatia e sensibilidade são fundamentais.
É preciso criar mensagens que se conectem com as necessidades das pessoas que estão buscando ajuda. Em vez de focar em vendas, é preciso focar em compreensão e compaixão. Ou seja, colocar o bem-estar de clientes em potencial no centro da estratégia de marketing.
Ao fazer isso, criamos uma abordagem centrada no ser humano com seus desafios e vulnerabilidades.
Também é fundamental colocar a pessoa antes do diagnóstico, ajudando a reduzir o estigma e promovendo respeito.
Por exemplo, em vez de dizer “uma pessoa esquizofrênica”, diga “uma pessoa com esquizofrenia”. Essa pequena mudança pode fazer uma grande diferença em como as pessoas percebem os problemas de saúde mental.
No mais, a escuta ativa e a disposição para receber feedback são essenciais. Procure engajar com seu público e esteja sempre disponível para receber contribuições relevantes.
Evite linguagem estigmatizante
É importante que os profissionais do marketing escolham suas palavras cuidadosamente, evitando perpetuar estereótipos, bem como criar um ambiente mais positivo e de apoio para as pessoas que buscam ajuda.
Usar termos e frases depreciativas que reforçam estereótipos negativos sobre condições de saúde mental, além de irresponsável, pode tornar os desafios enfrentados por aqueles com problemas mentais e comportamentais ainda maiores.
Nesse sentido, posso dar como dica:
- Concentre-se em usar uma linguagem positiva e de apoio no seu conteúdo.
- Seja respeitoso com as diferentes experiências de saúde mental.
- Esteja sempre a par da terminologia usada para garantir que seu conteúdo esteja atualizado e sensível às necessidades de clientes em potencial.
Sobre o assunto, vale a pena espiar meu artigo Comunicação inclusiva: aprenda quais são os termos corretos.
Seja honesto e transparente
A transparência e honestidade são partes fundamentais para um marketing ético em saúde mental. É com elas que você constrói uma relação forte e eficaz entre profissionais e pacientes.
Seja claro quanto a formação, qualificações e experiência dos profissionais. Esse compartilhamento de informações promove a confiança e também permite a escolha de um médico ou terapeuta que melhor atenda às necessidades e expectativas do público-alvo.
Explique claramente os custos dos serviços para evitar mal-entendidos e surpresas financeiras, bem como a frequência e a duração das sessões e a política de confidencialidade.
Leia também: SEO para consultórios médicos: Guia para ganhar na pesquisa do Google.
Concluindo…
Como você pode ver, é perfeitamente possível fazer um bom trabalho de marketing para profissionais da área de saúde mental, basta usar agir com profissionalismo, ética e sensibilidade.
Tem algo a acrescentar sobre o assunto, ou precisa de ajuda na criação de conteúdos na área da saúde? Entre em contato, eu posso te ajudar!
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