Prepare-se para esse novo (e grande) desafio.

Novos tempos, novas necessidades e a AX (Agent Experience), chega para transformar a criação de conteúdo na era da inteligência artificial.
Tradicionalmente, escrevemos para pessoas que pesquisam no Google, clicam em links, comparam e decidem. Mas agora, estamos criando para sistemas, para agentes de IA que agem em nome das pessoas.
Na UX tradicional, o usuário é quem toma a iniciativa: pesquisa, compara, escolhe, interage.
Na era AX, essa lógica se inverte. Os agentes de IA aprendem preferências, antecipam necessidades e executam tarefas proativamente. O usuário deixa de ser o operador e passa a ser o cliente de um sistema inteligente que trabalha para ele.
Mas afinal, o que é AX?
AX é a experiência gerada pela interação contínua, fluida e personalizada entre o usuário e seus agentes de IA.
Esses agentes não são simples assistentes que respondem a comandos. São executores autônomos de tarefas complexas, conectados a múltiplos sistemas, dados e contextos.
Eles tomam decisões, agem com iniciativa e entregam resultados.
A interação não se resume mais a cliques, toques ou comandos de voz. Ela nasce da confiança e da autonomia delegada.
E o que isso tem a ver com conteúdo? Tudo.
Se as pessoas estão delegando decisões aos agentes de IA, precisamos aprender a criar pensando nesses novos “intermediários inteligentes”.
Não se trata de escrever como uma IA e sim de escrever para uma IA. De preparar nossos conteúdos para serem lidos, compreendidos, interpretados e priorizados por sistemas como ChatGPT, Gemini, Copilot, Claude ou Perplexity.
É aqui que entra o GEO (Generative Engine Optimization).
GEO x SEO
Enquanto o SEO (Search Engine Optimization) otimiza para motores de busca, o GEO foca nos motores generativos.
Ou seja, o objetivo é tornar nossos conteúdos mais claros, estruturados, confiáveis e úteis para que esses agentes escolham e usem o que produzimos ao responder a seus usuários.
Como criador de conteúdo, vejo uma mudança profunda acontecendo. Estamos deixando de criar apenas para leitores humanos e começando a dialogar com inteligências artificiais que interpretam e representam essas pessoas.
O jogo mudou e a forma de pensar, produzir e distribuir conteúdo também precisa mudar.
Você já está escrevendo para a era dos agentes? Já pensou sobre o assunto?
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